Festa

Atividades

Oficinas Virtuais*:

Bigod: Luz e Sombra | 09/02

Bigod vem nos ensinar como representar os valores da luz e da sombra com cores, formas e a aplicação nos personagens e desenhos.

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Júlio: Ocupação do Território pelo Graffiti | 09/02

Em breve adicionaremos informações sobre a oficina, que será disponibilizada online. Fique ligado!

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Prisk: Wild Style | 09/02

Prisk mostra seus 25 anos de experiência na prática! Vocês terão acesso a várias técnicas de aprimoramento do lettering!

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Bate Papo:

Bate papo sobre as oficinas | 16/02

O FESTA – FESTIVAL DE STREET ART DA BAHIA –  é um evento de arte de rua realizado em três cidades do 

Estado da Bahia, trazendo consigo como pontos centrais o grafite, a mobilização comunitária e ações formativas.

É realizado pelo MUSAS – Museu de Street Art de Salvador -, Via Press Comunicação e Paula Hazin. Viabilizado pela Lei Aldir Blanc, com o apoio da FUNCEB, SECULT e do Estado da Bahia.


Serão disponibilizadas 3 oficinas de graffiti realizadas por cada membro integrante do MUSAS – MUSEU DE STREET ART DE SALVADOR – através do link no site do canal do Youtube do Projeto . 

Na oficina, “Ocupação de Território pelo Graffiti”, temos uma aula sobre como essa arte chega nas comunidades, como ela abre um leque cultural e social para as pessoas, sobre como elas enxergam o graffiti e a sua ressignificação como arte. Tudo isso e muito mais com Julio!

Já na “Wild Style”, Prisk mostra seus 25 anos de experiência na prática, oferecendo acesso ao público à várias técnicas de aprimoramento do lettering! 

E na terceira, Bigod nos ensina como representar os valores da luz e da sombra com cores, formas e a aplicação nos personagens e desenhos.

O bate-papo será sobre cada oficina, para que o público possa interagir de forma dinâmica com cada um dos artistas! Vem com a gente!! 

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Encontros Virtuais:

Graffiti e Mobilização Social – KAJAMAN | 23/02 | 2OH

André Gonçalves – ou Kajaman, como é conhecido pelo seu nome artístico – é um artista do Rio de Janeiro que utiliza a arte do Graffiti como instrumento de mobilização e transformação social. 

O artista é o coordenador de diversos projetos de Graffiti em favelas/comunidades do Rio de Janeiro, dentre eles o Meeting of Favela, que acontece na baixada fluminense do Rio de Janeiro e já envolveu mais de 8 mil artistas de todas as partes do Brasil e do mundo. Através de seus projetos, o artista busca dar acesso à arte para as mais diversas camadas sociais, principalmente às comunidades, para que a Arte possa ser utilizada como instrumento de propagação da cultura local e de transformação social.

Por meio de seu trabalho, o artista conseguiu “valorizar e ressignificar uma comunidade da baixada Fluminense a partir da arte e da mobilização dos moradores locais. Há mais de 15 anos o artista vem utilizando a arte de rua, por meio do graffiti, para promover essa mudança social.

Nesse encontro, que acontecerá em uma live do instagram, Kajaman dividirá um pouco conosco acerca de sua trajetória e da importância que o graffiti pode ter como instrumento de mobilização e transformação social. 

Graffiti: Luta Feminina – Sistak e Witch | 24/02 | 15H

A live no instagram @festastreetart, que será às 15h, terá como convidadas Sista K e Witch, ambas grafiteiras e nordestinas. Nesse evento, as artistas dividirão um pouco de suas trajetórias e projetos pessoais, dialogando acerca da importância da representatividade, através de suas artes, como mulheres no graffiti. 

Falarão um pouco também acerca de como o graffiti se situa no nordeste e da importância da projeção e propagação dessa arte em nossa cultura, perpassando pela necessidade de ampliação do cenário da arte urbana no circuito da arte contemporânea. 

Por fim, compartilharão conosco os principais desafios enfrentados por elas durante a pandemia! Vem com a gente que vai ser incrível!! 

Índios e Ancestralidade – RAIZ | 20/02 | 17H

Rai Campus Lucena – ou RAIZ, como é conhecido por seu nome artístico – é um artista de graffiti que mora em Manaus. Sua arte é extremamente ligada à cultura indígena, já que ele cresceu dentro de uma reserva indígena, tendo esse contato desde cedo. A medida que foi pintando cada vez mais o que admirava dentro de sua cultura, foi tendo mais convivência com Aldeias e com Indígenas, aprendendo sempre com a cultura milenar que eles carregam diariamente.

O artista retrata que uma grande questão relacionada aos indígenas é que eles, em sua maioria, não se sentem representados pelos mais diversos veículos de mídia, mas que alguns deles já disseram que se sentiram representados pela sua arte.

Por meio desse encontro, que acontecerá no instagram @festastreetart ele irá dividir um pouco conosco da importância do seu trabalho, que relata por meio da arte do graffiti o quão essencial é valorizarmos nossas raízes, colocando a cultura dos povos primários no centro e de que forma tal cultura pode e deve dialogar com a arte de rua. 

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